Frases!!
quinta-feira maio 29th 2008, 10:25 pm
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“É melhor estar preparado para uma oportunidade e não ter
nenhuma do que ter uma oportunidade e não estar preparado.”
– Whitney Young Jr.



Dinâmica de Grupo!!!
quinta-feira maio 29th 2008, 10:18 pm
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Dinâmica de Grupo!!!
quinta-feira maio 29th 2008, 9:49 pm
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A dinâmica de grupo é uma ferramenta usada em psicologia clínica para identificação de conflitos entre pessoas, mas tem um espectro de utilização muito mais amplo.
Os especialistas em treinamento usam com freqüência a dinâmica de grupo quando necessitam fazer integração de funcionários ao ambiente de trabalho, ou para identificar lideranças dentro de uma equipe. A dinâmica de grupo é também recomendada para facilitar o trabalho em equipe.
Mas uma das aplicações mais interessantes desta técnica para os leitores de Carreira & Sucesso ocorre na área de recursos humanos, mais especificamente em recrutamento e seleção de profissionais.

COMO SE SAIR BEM EM UMA DINÂMICA DE GRUPONão há como se preparar para uma dinâmica de grupo, porque você é o que você é, e não conseguirá ser diferente. Num teste como este, um recrutador/selecionador experiente conseguirá enxergar aspectos de sua personalidade muito claramente. Portanto, não há como tentar disfarçar ou fingir, porque a sua reação ocorrerá de acordo com a sua índole, com a sua personalidade.

A recomendação, portanto, é que você procure agir o mais naturalmente possível, e não contrarie a sua natureza.

No entanto, apenas para que você fique mais alerta a respeito do que costuma ser considerado importante para a pessoa que está recrutando ou selecionando, vamos anotar alguns valores que as empresas geralmente avaliam como universalmente importantes.

O líder da dinâmica observa valores gerais desejáveis para qualquer posição:

Iniciativa – o candidato que em todas as ocasiões deixa para falar por último pode mostrar ou que é cauteloso demais, ou que tem pequeno grau de iniciativa. Mas se você é uma pessoa que não prima ela iniciativa, não adiantará tentar falar antes dos outros apenas por saber que isso pode ser levado em conta ao seu favor, porque o avaliador perceberá rapidamente se a atitude estiver sendo forçada. Não lute contra a natureza. Seja você mesmo.

Determinação – a determinação é uma qualidade mas não pode ser confundida com a obsessão. Cuidado para não exagerar quando quiser demonstrar que sabe perseguir um objetivo.

Criatividade – existem casos em que a resposta dada por um candidato a determinada pergunta, durante uma dinâmica de grupo, foi tão boa, tão criativa, que ele chamou a atenção do líder e a partir naquele momento passou a ser observado com mais interesse.

Conhecimento – um dos principais objetivos da dinâmica de grupo é verificar a consistência do conhecimento geral dos candidatos. Nisto você pode se preparar, atualizando-se sempre que possível, lendo muito, consultando jornais e revistas, vendo, ouvindo e analisando o que se passa pelo mundo. É evidente que o conhecimento geral e o conhecimento específico serão mais bem testados na entrevista individual que se seguirá, mas impressiona bem mostrar cultura geral numa dinâmica de grupo. Claro, com cuidado para não parecer esnobe ou arrogante.

Habilidades de relacionamento – esta será definitivamente uma de suas características mais avaliadas dentro de uma sessão dinâmica de grupo. De novo, não tente ser o que você não é: aja naturalmente, como mandar o coração.

Você pode pensar que há o risco de uma primeira impressão a respeito de uma determinada forma como que você reagiu a um estímulo e que você pode ser interpretado ou interpretada a erroneamente. Não se preocupe, porque dificilmente você será testado uma vez somente em cada sessão de dinâmica de grupo.

Cada qualidade ou defeito é checado várias vezes durante uma mesma dinâmica, porque o avaliador sabe que diante de determinada situação o candidato pode se sentir ameaçado, constrangido, amedrontado etc.

http://www.catho.com.br/jcs/inputer_view.phtml?id=267



Assertividade!!!
quinta-feira maio 29th 2008, 9:45 pm
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Seja Assertivo em suas decisões e tome as atitudes certas!!!

By Silmara



Assertividade e Autoconhecimento!!
quinta-feira maio 29th 2008, 9:36 pm
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*Luisa Gubitosi de MedeirosAssertividade é uma palavra que poucos conhecem. Embora alguns a associem com agressividade, isso não é verdade. Assertividade está ligada à palavra asserção, que segundo o Aurélio, quer dizer: 1. Afirmação, asseveração. 2. Alegação, argumento.

Hoje, no mundo dos negócios, os profissionais devem ser assertivos, inclusive na entrevista para seleção de pessoal, pois não basta ter competência técnica, as empresas desejam pessoas talentosas. A assertividade facilita a demonstração de suas competências, interesses e habilidades. Entretanto, não se preocupe, pois existem vários cursos sobre o assunto. Se você não nasceu dotado de um grau de assertividade positivo, é possível aprender; aliás, tudo na vida é questão de aperfeiçoamento. Você também não precisa ser um líder ou, necessariamente, autoritário para isso; contudo, deve acreditar em suas verdades, principalmente em uma negociação, onde deve ocorrer sempre o ganha-ganha.

Toda pessoa assertiva tem uma auto-estima positiva e procura, sempre, se auto-avaliar para modificar padrões de pensamentos e valores pessoais. São pessoas capazes de expressar suas idéias, opiniões e sentimentos, ao mesmo tempo em que há uma afirmação de direitos, sem, porém, violar os direitos dos demais. São pessoas que conseguem se comunicar sem ansiedade e constrangimento.

Ao ser assertivo com o seu interlocutor, você está afirmando o seu “Eu”, por isso a assertividade está ligada a pessoas que têm auto-estima positiva e sabem fazer o seu marketing pessoal e/ou profissional, porém, sem arrogância ou agressividade. São pessoas autoconfiantes, independentes e que sabem o que querem. Acreditam em sua capacidade de agir e gerar resultados eficientes para todos os envolvidos em seu ambiente.

Algumas pessoas não utilizam a assertividade em sua comunicação porque pensam que, afirmando os seus desejos e intenções, podem ser rejeitados. Se você se vê assim, precisa transformar a sua auto-estima de negativa ou baixa para uma auto-estima equilibrada; lembre-se que sempre é possível mudar crenças e valores. Tenha em mente que a assertividade pode caminhar com a cooperação; como exemplo, você não precisa depreciar ou menosprezar o outro em uma negociação.

Ser assertivo é ser, também, empático. O assertivo de verdade combina alta capacidade assertiva com equilibrada agressividade, construindo, assim, relações positivas, pois gera maior credibilidade com todos da equipe. Não é necessário e nem se deve invadir o espaço do outro para ser assertivo. Você favorece seus contatos sociais quando a outra pessoa percebe que você a respeita, mesmo tendo opiniões diferentes daquelas expressadas por ela.

Um ponto importante é que todo profissional assertivo é comprometido com suas metas e escolhas, por isso aumenta suas chances de crescer em sua carreira. Sabe conduzir relações interpessoais de forma positiva, não somatizando doenças, engolindo os famosos “sapos”. Saiba controlar a sua ansiedade e administrar as suas emoções. Quem tem a ganhar é você mesmo. Se você não é assertivo o bastante, basta confiar na sua capacidade de transformação e ser persistente. Busque sempre o autoconhecimento!

http://www.umtoquedemotivacao.com/administracao/assertividade-e-autoconhecimento



Emoções!
quinta-feira maio 29th 2008, 11:57 am
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Saiba controlar sua emoções no ponto certo!!!

By Silmara



A emoção como diferencial!!!
quinta-feira maio 29th 2008, 9:00 am
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A emoção como diferencial

A importância das pessoas saberem lidar com suas emoções em situações de tensão da vida moderna tem levado o debate sobre inteligência emocional para dentro das organizações

Aceitos ou não, os conceitos sobre o controle e aproveitamento produtivo das emoções humanas causam polêmica e geram mudanças no modo de se enxergar as relações das pessoas no trabalho e com suas próprias vidas. O norte-americano Daniel Goleman, jornalista e psicólogo, PhD pela Universidade de Harvard, conseguiu acender ainda mais a polêmica com seu livro “Inteligência Emocional - A Teoria Revolucionária que Redefine o que é Ser Inteligente”, Editora Objetiva, questionando o velho mito de que devemos sobrepor a razão à emoção. Ele sugere a busca de um equilíbrio entre ambas e, mais ainda, que é possível usar inteligentemente a emoção.

Goleman propõe em seu livro (que está na lista dos mais vendidos em diversos países, inclusive no Brasil) que podemos lidar com as emoções, assim como lidamos com a matemática e a física, tendo maior ou menor talento segundo nosso grau de Q.E. (quociente emocional). Para ele, o conhecido Q.I. (quociente de inteligência) é insuficiente para determinar se alguém poderá ter sucesso ou não na vida, pois mede apenas algumas das funções cerebrais, especialmente a capacidade de fazer conexões lógicas e racionais. O psicólogo diz ainda que é preciso aprender a controlar e dominar pelo menos parcialmente os impulsos negativos, como ansiedade, melancolia, ira ou os ímpetos repressores, e que as “pessoas precisam perceber emocionalmente a si mesmos e aos outros”.

Dessa forma, as tensões da vida moderna – como risco de demissão, estresse, mercado competitivo e falta de tempo para o lazer – são situações que tendem a alterar o estado emocional de grande parte das pessoas, levando-as à beira do seu próprio limite físico e psíquico. O resultado é o desequilíbrio emocional. Percebendo o tamanho desse problema, as empresas passaram a incorporar o autoconhecimento, autoconsciência, empatia, auto-aceitação e intuição em palavras de ordem, transformando os funcionários em foco das atenções.

“Quem transmite entusiasmo e tem paixão pelo que faz encontra mil e uma soluções para os problemas. É possível vencer medos e bloqueios com autoconfiança, auto-estima e autoconhecimento”, ressalta Luiz Machado, doutor em letras, coordenador do Programa Especial de Desenvolvimento da Inteligência e da Criatividade da UERJ – Universidade Estadual do Rio de Janeiro e autor do livro “O Cérebro do Cérebro”, Qualitymark Editora. “A inteligência emocional não é o equilíbrio emocional, pois podemos ter diferentes reações para um mesmo fato, conforme o momento. Inteligência emocional é a busca constante do ser humano em adaptar-se ao meio”, diz Machado.

Em seu livro, o autor defende que a base da inteligência emocional se encontra no sistema límbico, no cérebro – um centro para onde convergem informações do meio externo e interno e que regula as emoções. Segundo Machado, inteligência emocional é a forma como a energia da emoção é colocada para fora e as pessoas podem abrir o canal dessa energia com auto-estima, autoconfiança, autoconhecimento, e paralisação das atividades de raciocínio através do relaxamento.

Com o objetivo de conhecer como os funcionários lidam com suas emoções, e sabendo que muito do sucesso empresarial está ligado a esse fator, algumas organizações vêm implementando ações para o desenvolvimento do controle emocional das pessoas. Na Avon, multinacional de cosméticos, uma análise de perfil pessoal busca, entre diversas metas, o autoconhecimento e o autodesenvolvimento dos colaboradores. “Atualmente a inteligência emocional está inserida em nossas ações de ajudar os funcionários a lidarem com as emoções para o melhor resultado da organização. E uma maneira de desenvolver a inteligência emocional é o reconhecimento. É preciso harmonizar as emoções com todos”, diz Eduardo Ribeiro, diretor de RH da Avon.

Na opinião de Sandra Regina Gouveia Moreira, gerente da divisão de recrutamento e seleção da Manager, o que o conceito de inteligência emocional traz de mais positivo é a humanização dos processos necessários para melhorar os resultados da empresa. “As organizações deveriam, com esse conceito, visualizar o ser humano como um ser integral. Para isso, há cursos comportamentais, formas de integração de equipe e transparência na comunicação empresa-funcionário”, analisa Sandra. Segundo ela, a partir do autoconhecimento, controle e conhecimento de suas emoções, conscientização dos seus atos na liderança de uma equipe e negociação, o ser humano desenvolve sua inteligência emocional.

Para algumas pessoas, o termo inteligência emocional não seria o mais apropriado para essa discussão. Segundo Elizabeth Silveira Vecchio, doutora em psicologia e diretora da Magnus Consultoria a Serviço da Qualidade, há seis tipos de inteligências: linguística; lógico-matemática; musical; espacial e corporal-cinestésico. A sexta é a mecânica, integração da espacial com a cinestésica, reconhecida pela psicologia. “Já a inteligência emocional, não considero como tal, mas o termo ideal seria habilidade ou capacidade emocional. Isto significa percepção intrapessoal, que é a capacidade de entrar em contato com o seu mundo interno, e percepção interpessoal, que é usar a capacidade intrapessoal para entrar em contato com os outros”, analisa.

Quando se discute a predominância da razão ou emoção, é enfatizada a importância do equilíbrio. “As duas se complementam, pois a técnica, experiência, capacidade de enxergar além é fundamental, mas tudo isso se torna poderoso quando aliado à inteligência emocional. Caso contrário a pessoa será solitária”, explica Carlos Alberto Diz, vice-presidente da Spencer Stuart, consultoria de recrutamento e seleção de executivos.

De acordo com Fela Moscovici, psicóloga e consultora de empresas, é importante buscar o equilíbrio entre razão e emoção. “Algumas profissões privilegiam os aspectos racionais, mas se as emoções não tiverem bem resolvidas, haverá dificuldade na resolução dos problemas. Assim, quando a empresa faz uma reorganização ou mudança, estas terão sucesso quando também for planejado o envolvimento dos aspectos emocionais”, ressalta Fela.

Práticas da inteligência emocional

Na Avon, a análise de perfil permite saber como os colaboradores lidam com suas emoções, além de mostrar o nível da satisfação nas atividades exercidas na empresa, segundo Eduardo Ribeiro, diretor de RH. A avaliação foi desenvolvida pela Thomas International. Aguinaldo Silva, presidente da empresa para América Latina, explica que são 24 linhas e que em cada uma há quatro adjetivos. O analisado escolhe o que mais se assemelha a ele e o que menos tem a ver com ele. Como exemplo, há em uma linha palavras como destemido, influente, submisso e tímido.

Do resultado da combinação das palavras são gerados três gráficos que mostram como é a pessoa por natureza, como age sob pressão e como é sua atuação profissional. De acordo com Ribeiro, a pessoa, ao receber o resultado, tem o acompanhamento de alguém responsável pela avaliação. A ferramenta, ressalta ele, permite que se conheça cada funcionário, para assim saber como motivá-lo. “Não se pretende mostrar se tal pessoa serve ou não para exercer a função, mas como melhorar sua atuação no trabalho”, afirma.

A capacidade de ter um bom relacionamento com os outros é um fator essencial para o exercício de determinados cargos que exigem liderança. “É importante perceber na pessoa entrevistada a habilidade de trabalhar em equipe e sua contribuição para o desenvolvimento de uma equipe requer inteligência emocional. Também é essencial notar como ela controla suas emoções e sabe lidar com as emoções dos outros, pois o trabalho em equipe passa por momentos de pressão”, analisa Carlos Alberto Diz, da consultoria Spencer Stuart. Para ele, dois elementos, a persistência e determinação, demonstram inteligência emocional. “Procuramos no passado ocasiões difíceis que a pessoa vivenciou e de que forma superou. É importante a vontade de ela tem em alcançar seus objetivos”, explica.

Até na Internet o tema inteligência emocional conquista espaço. Em janeiro deste ano, a ADP, em parceria com a T’AI Consultoria em Talentos Humanos, colocou na rede mundial exercícios de inteligência emocional. Segundo Luzia Garcia, gerente de produtos da ADP, o teste foi baseado no livro de Goleman e tem dez questões com quatro alternativas cada. Após respondê-las, o usuário da Internet tem uma síntese de qual alternativa demonstra maior inteligência emocional. Como exemplo, o avaliado é um suposto estudante universitário que tirou nota baixa em uma matéria, e a pergunta é: qual seria sua reação?.

Há quatro alternativas: a) traçar um plano específico para melhorar a nota e seguir esse plano; b) resolver fazer melhor no futuro; c) diz a você mesmo que, na realidade, não importa a nota que você tira nessa matéria, e em vez disso, se concentra em outras onde você tira notas mais altas; d) fala com a professora e argumenta com ela para mudar sua nota. Nessa questão, segundo o teste da ADP, a resposta ideal é a letra A, pois reflete automotivação, isto é, a capacidade de formular um plano para superar obstáculos e seguí-lo.

No que se refere aos testes que medem a inteligência emocional, a consultora Fela Moscovici não acredita que isto possa ser possível mensurar. “A avaliação deveria ser feita ao longo do tempo baseada no desempenho, nas atitudes e postura do avaliado. Mas não um julgamento sobre o certo e o errado. Deve haver um diálogo entre o analisador e o analisado com uma comunicação franca e uma observação continuada. Se uma entrevista de seleção for bem feita é possível descobrir qual a postura do entrevistado perante a vida e seu relacionamento com os outros”, explica a consultora.

Dentro desse contexto, Elizabeth Silveira Vecchio, da Magnus Consultoria, diz que deve haver bom senso sobre a questão. “Quando avalio um candidato que para a vaga conta mais sua qualidade técnica, por exemplo, dou ênfase à capacidade lógica e técnica, mas é claro que o lado emocional é importante. Seria melhor ainda se a pessoa tivesse uma excelente qualidade técnica e uma vida pessoal resolvida. Porém, o essencial é ter o profissional certo no lugar certo. É toda uma gama de complexidade, pois depende da situação. Mas o que não deve haver é radicalismo”, analisa Elizabeth. Polêmico ou não, o debate sobre inteligência emocional tem mostrado que o ser humano é o verdadeiro diferencial nas empresas. E para ele poder utilizar todo seu talento, as emoções precisam ter um espaço garantido.

Dicas de Goleman
Algumas dicas de Daniel Goleman para quem quer desenvolver sua inteligência emocional:

  • Conhecer sua próprias aptidões – autoconhecimento

  • Controle dos seus próprios sentimentos/emoções, sabendo lidar com situações como ansiedade, tristeza e irritabilidade – autoconsciência

  • Lidar com sentimentos/emoções dos outros. É a arte de relacionar-se – empatia

  • Saber motivar-se – auto-aceitação

  • Conseguir colocar as emoções a serviço de uma meta – intuição

RH EM SÍNTESE 15 – MARÇO/ABRIL 1997 – PÁGINAS 14 A 16

http://www.gestaoerh.com.br/site/visitante/artigos/comp_002.php

Vamos praticar a Inteligência Emocional para que a mudança da consequência desta prática nos torne emocionamente diferentes profissionalmente e pessoalmente e assim conquistar nosso espaço na sociedade como um todo!!!

 By Silmara



Marketing Pessoal!!!
quinta-feira maio 29th 2008, 8:54 am
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Marketing Pessoal hoje, é a ferramenta mais eficiente de fazer com que seus pensamentos e atitudes, sua apresentação e comunicação, trabalhem a ser favor no ambiente profissional. Além desses detalhes o cuidado com a ética e a capacidade de liderar, a habilidade de se auto-motivar e de motivar as pessoas a sua volta, também fazem parte do Marketing Pessoal.

…..As empresas de hoje analisam muito mais do que sua experiência profissional. A preocupação com o capital intelectual e a ética, são fundamentais na definição do perfil daqueles que serão parceiros/colaboradores.

 

…..Alguns detalhes merecem atenção especial:

  • Estar sempre pronto e capacitado para enfrentar mudanças;

  • Ter consciência da importância da atitude para a concretização de objetivos;

  • Saber focar os problemas e controlar a preocupação e os sentimentos de frustração e angústia;

  • Entender e acreditar a própria capacidade de realização e de superação de obstáculos;

  • Manter-se motivado;

  • Usar uma forma gentil e atenciosa de tratar as pessoas, de forma que ela trabalhe como seu diferencial;

  • Seja absolutamente pontual;

  • Preocupe-se com a objetividade e a honestidade para que você não seja traído com detalhes de menor importância;

  • Observe com cuidado a roupa que vai usar, adequando-a cuidadosamente à situação e ambiente; ela pode abrir ou fechar portas;

  • Preocupe-se com o seu linguajar, seu gestual e com o tom da sua voz. Evite gírias ou expressões chulas, controle suas mãos e braços, fale baixo e devagar;

  • Controle suas emoções mas não as anule, elas são muito importantes para mostrar o seu envolvimento ou comprometimento com o tema que está sendo tratado;

  • Cuidado com o uso do celular;

  • Não fale demais nem de menos.Fonte:www.mulherdeclasse.com.br

http://www.mulherdeclasse.com.br/marketing_pessoal.htm

 

 

Se apropriem desta dicas, e comece a perceber que você é que tem que fazer a diferença, comece a praticar seu marketing pessoal e seja referencial por onde quer que passe.

Você é sua marca em exposição!!! Pense Nisso!!

By Silmara



O sucesso começa com a naturalidade!!!
quinta-feira maio 29th 2008, 8:44 am
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por Reinaldo Polito

 

Se você me pedisse um bom conselho sobre como fazer sucesso na comunicação, eu diria sem nenhum receio de errar: seja natural. Aprenda e aplique todas as regras da comunicação, mas jamais perca sua naturalidade. Fale nas reuniões da empresa, nos contatos sociais e de negócios preservando seu estilo e respeitando suas características.

Tenha em mente que, se você cometer erros técnicos de comunicação, mas conseguir se expressar de maneira natural e espontânea, as pessoas ainda poderão confiar na sua mensagem. Se, entretanto, você aplicar todas as técnicas, mas se apresentar com artificialismo, os ouvintes duvidarão das suas intenções e se mostrarão resistentes ao que disser a eles.

Observe como se comporta quando está falando com as pessoas mais íntimas -amigos e familiares - e procure se apresentar em outros ambientes mantendo essa mesma forma de ser. Se você conseguir falar diante de uma platéia ou de um grupo em reuniões formais com a mesma liberdade e desenvoltura com que se expressa em situações mais descontraídas, atingirá o mais elevado nível de comunicação que poderia pretender, pois estará transportando essa competência para todas as circunstâncias.

Quando recebo um aluno para o curso de expressão verbal, antes de iniciar a aula, converso com ele de maneira amigável até que possa se sentir à vontade e se expressar com espontaneidade. Durante essa conversa descontraída posso analisar o ritmo da sua fala, a maneira como faz as pausas, como gesticula, olha, ri, o tipo de vocabulário que utiliza, enfim, como se comunica a partir do seu verdadeiro estilo.

Após essa observação o aprendizado passa a ser mais simples, pois ele apenas terá que fazer o que já sabe na tribuna, diante do microfone e da câmera. Quando ele conseguir se apresentar nesta situação mais formal da mesma maneira como estava se comunicando comigo naquela conversa inicial mais solta, estará pronto para falar em qualquer situação com desembaraço, confiança e eficiência.

É evidente que você deverá buscar cada vez mais o seu aprimoramento e se dedicar para assimilar e aplicar todas as boas técnicas da comunicação, mas sem jamais perder sua naturalidade.

Saiba também que ser natural não significa continuar cometendo erros, mas sim aproveitar os aspectos positivos que aprendeu e desenvolveu ao longo da vida.

Falando com naturalidade você se sentirá muito mais confiante, e essa segurança permitirá que explore melhor sua inteligência, presença de espírito e capacidade de associar idéias e informações, o que tornará suas apresentações mais eficientes.

Todas as semanas, nesta coluna, estarei passando dicas e ensinando técnicas de comunicação como se estivesse com meus alunos em sala de aula, para que você possa falar cada vez melhor e conquistar sucesso com a comunicação.

Aprenda, estude, pratique todas as boas técnicas, mas jamais deixe de ser como é, pois – tenha certeza – o melhor de você será sempre você mesmo.

Achei muito interessante esta postando este texto, pois ele nos fala da importância da naturalidade, e podemos perceber que não existe nada melhor do que vc ser sempre você em qualquer situação, isto lhe trará segurança para você e para quem está se dirigindo, comece a observa-se, e garantirá ótimos resultados de sucesso!!!

By Silmara

 



Você acha ou tem certeza?
quinta-feira maio 29th 2008, 8:43 am
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por Reinaldo Polito

 

Esse tema vai mexer com muita gente. Mas, se motivar a uma reflexão sobre o assunto já vou me dar por satisfeito. Vou me referir ao uso da expressão acho.

Algumas pessoas ficam indignadas quando ouvem alguém usar a expressão acho. É comum em sala de aula os alunos se voltarem para mim com o intuito de criticar um colega que ao se apresentar na tribuna fez uso da expressão acho. Dizem:

— Polito, ele usou o acho. Essa expressão não diminui a autoridade, ou tira a força da convicção de quem fala?

Outros, nem usam intermediários e criticam diretamente:

— Você acha ou tem certeza?

Essa opinião manifestada de maneira tão contundente e com tanta freqüência teve, provavelmente, a mesma origem de alguns outros dogmas que se alastraram como praga pelo mercado como “não inicie uma redação dizendo conforme sabemos”, ou, a regra imutável “nunca passe na frente do aparelho de projeção quando ele estiver ligado”. Sobre a impropriedade dessas regras falarei nas próximas semanas.

Mas, o que deve ter ocorrido foi o seguinte: algum especialista, guru, ou similar apareceu um dia dizendo que a expressão acho não poderia ser usada, pois enfraqueceria a personalidade ou a convicção de quem estivesse falando. As pessoas aprenderam a regrinha e se transformaram em arautos desse “ensinamento”. Assim, hoje, quando ouvem a expressão reagem quase instintivamente para criticar o que consideram um erro de comunicação.

Precisamos analisar o emprego dessa expressão de acordo com a circunstância e observar se as características da mensagem recomendam ou não seu uso.

Na verdade, expressões como acho, julgo, suponho, acredito, penso e outras da mesma família se constituem quase sempre em excelentes recursos diplomáticos para evitar o confronto com pessoas que possuem opiniões diferentes daquela que defendemos. Ao dizer que eu acho, estou também informando nas entrelinhas aos ouvintes que tenho consciência de que outras pessoas talvez pensem de maneira distinta e que, portanto, não existe apenas a minha opinião. Assim, aqueles que não concordam com o que está sendo exposto não se sentem confrontados e podem pelo menos ouvir uma opinião contrária sem levantar resistência precipitada.

Entretanto, o uso do acho já não seria recomendado se alguém estivesse, por exemplo, sugerindo ou determinando soluções para um problema que não pudesse dar margem a erros.

Não seria admissível que um ministro baixasse um pacote de medidas que iria exigir o sacrifício de toda população e dizendo que achava que aquele era o melhor caminho.

Recomendo, no entanto, que no limite entre o uso diplomático e o uso que exigiria obrigatoriamente a convicção a expressão seja evitada. Em algumas situações, embora existam opiniões contrárias porque as pessoas podem se sentir prejudicadas pela mensagem o acho não seria recomendável, pois reforçaria ainda mais o temor de que aquela sugestão produzisse prejuízos para sua causa.

Há, portanto, situações em que o uso dessa expressão deveria ser evitado para não prejudicar o trabalho de persuasão, e outras em que o efeito é exatamente o contrário, evita confrontos e ajuda a persuadir.

http://vocesa.abril.com.br/aberto/colunistas/pgart_07_29112002_4380.shl