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A recomendação, portanto, é que você procure agir o mais naturalmente possível, e não contrarie a sua natureza.
No entanto, apenas para que você fique mais alerta a respeito do que costuma ser considerado importante para a pessoa que está recrutando ou selecionando, vamos anotar alguns valores que as empresas geralmente avaliam como universalmente importantes.
O líder da dinâmica observa valores gerais desejáveis para qualquer posição:
Iniciativa – o candidato que em todas as ocasiões deixa para falar por último pode mostrar ou que é cauteloso demais, ou que tem pequeno grau de iniciativa. Mas se você é uma pessoa que não prima ela iniciativa, não adiantará tentar falar antes dos outros apenas por saber que isso pode ser levado em conta ao seu favor, porque o avaliador perceberá rapidamente se a atitude estiver sendo forçada. Não lute contra a natureza. Seja você mesmo.
Determinação – a determinação é uma qualidade mas não pode ser confundida com a obsessão. Cuidado para não exagerar quando quiser demonstrar que sabe perseguir um objetivo.
Criatividade – existem casos em que a resposta dada por um candidato a determinada pergunta, durante uma dinâmica de grupo, foi tão boa, tão criativa, que ele chamou a atenção do líder e a partir naquele momento passou a ser observado com mais interesse.
Conhecimento – um dos principais objetivos da dinâmica de grupo é verificar a consistência do conhecimento geral dos candidatos. Nisto você pode se preparar, atualizando-se sempre que possível, lendo muito, consultando jornais e revistas, vendo, ouvindo e analisando o que se passa pelo mundo. É evidente que o conhecimento geral e o conhecimento específico serão mais bem testados na entrevista individual que se seguirá, mas impressiona bem mostrar cultura geral numa dinâmica de grupo. Claro, com cuidado para não parecer esnobe ou arrogante.
Habilidades de relacionamento – esta será definitivamente uma de suas características mais avaliadas dentro de uma sessão dinâmica de grupo. De novo, não tente ser o que você não é: aja naturalmente, como mandar o coração.
Você pode pensar que há o risco de uma primeira impressão a respeito de uma determinada forma como que você reagiu a um estímulo e que você pode ser interpretado ou interpretada a erroneamente. Não se preocupe, porque dificilmente você será testado uma vez somente em cada sessão de dinâmica de grupo.
Cada qualidade ou defeito é checado várias vezes durante uma mesma dinâmica, porque o avaliador sabe que diante de determinada situação o candidato pode se sentir ameaçado, constrangido, amedrontado etc.
Seja Assertivo em suas decisões e tome as atitudes certas!!!
By Silmara
Hoje, no mundo dos negócios, os profissionais devem ser assertivos, inclusive na entrevista para seleção de pessoal, pois não basta ter competência técnica, as empresas desejam pessoas talentosas. A assertividade facilita a demonstração de suas competências, interesses e habilidades. Entretanto, não se preocupe, pois existem vários cursos sobre o assunto. Se você não nasceu dotado de um grau de assertividade positivo, é possível aprender; aliás, tudo na vida é questão de aperfeiçoamento. Você também não precisa ser um líder ou, necessariamente, autoritário para isso; contudo, deve acreditar em suas verdades, principalmente em uma negociação, onde deve ocorrer sempre o ganha-ganha.
Toda pessoa assertiva tem uma auto-estima positiva e procura, sempre, se auto-avaliar para modificar padrões de pensamentos e valores pessoais. São pessoas capazes de expressar suas idéias, opiniões e sentimentos, ao mesmo tempo em que há uma afirmação de direitos, sem, porém, violar os direitos dos demais. São pessoas que conseguem se comunicar sem ansiedade e constrangimento.
Ao ser assertivo com o seu interlocutor, você está afirmando o seu “Eu”, por isso a assertividade está ligada a pessoas que têm auto-estima positiva e sabem fazer o seu marketing pessoal e/ou profissional, porém, sem arrogância ou agressividade. São pessoas autoconfiantes, independentes e que sabem o que querem. Acreditam em sua capacidade de agir e gerar resultados eficientes para todos os envolvidos em seu ambiente.
Algumas pessoas não utilizam a assertividade em sua comunicação porque pensam que, afirmando os seus desejos e intenções, podem ser rejeitados. Se você se vê assim, precisa transformar a sua auto-estima de negativa ou baixa para uma auto-estima equilibrada; lembre-se que sempre é possível mudar crenças e valores. Tenha em mente que a assertividade pode caminhar com a cooperação; como exemplo, você não precisa depreciar ou menosprezar o outro em uma negociação.
Ser assertivo é ser, também, empático. O assertivo de verdade combina alta capacidade assertiva com equilibrada agressividade, construindo, assim, relações positivas, pois gera maior credibilidade com todos da equipe. Não é necessário e nem se deve invadir o espaço do outro para ser assertivo. Você favorece seus contatos sociais quando a outra pessoa percebe que você a respeita, mesmo tendo opiniões diferentes daquelas expressadas por ela.
Um ponto importante é que todo profissional assertivo é comprometido com suas metas e escolhas, por isso aumenta suas chances de crescer em sua carreira. Sabe conduzir relações interpessoais de forma positiva, não somatizando doenças, engolindo os famosos “sapos”. Saiba controlar a sua ansiedade e administrar as suas emoções. Quem tem a ganhar é você mesmo. Se você não é assertivo o bastante, basta confiar na sua capacidade de transformação e ser persistente. Busque sempre o autoconhecimento!
http://www.umtoquedemotivacao.com/administracao/assertividade-e-autoconhecimento
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Saiba controlar sua emoções no ponto certo!!!
By Silmara
| A emoção como diferencial |
A importância das pessoas saberem lidar com suas emoções em situações de tensão da vida moderna tem levado o debate sobre inteligência emocional para dentro das organizaçõesAceitos ou não, os conceitos sobre o controle e aproveitamento produtivo das emoções humanas causam polêmica e geram mudanças no modo de se enxergar as relações das pessoas no trabalho e com suas próprias vidas. O norte-americano Daniel Goleman, jornalista e psicólogo, PhD pela Universidade de Harvard, conseguiu acender ainda mais a polêmica com seu livro “Inteligência Emocional - A Teoria Revolucionária que Redefine o que é Ser Inteligente”, Editora Objetiva, questionando o velho mito de que devemos sobrepor a razão à emoção. Ele sugere a busca de um equilíbrio entre ambas e, mais ainda, que é possível usar inteligentemente a emoção.Goleman propõe em seu livro (que está na lista dos mais vendidos em diversos países, inclusive no Brasil) que podemos lidar com as emoções, assim como lidamos com a matemática e a física, tendo maior ou menor talento segundo nosso grau de Q.E. (quociente emocional). Para ele, o conhecido Q.I. (quociente de inteligência) é insuficiente para determinar se alguém poderá ter sucesso ou não na vida, pois mede apenas algumas das funções cerebrais, especialmente a capacidade de fazer conexões lógicas e racionais. O psicólogo diz ainda que é preciso aprender a controlar e dominar pelo menos parcialmente os impulsos negativos, como ansiedade, melancolia, ira ou os ímpetos repressores, e que as “pessoas precisam perceber emocionalmente a si mesmos e aos outros”.Dessa forma, as tensões da vida moderna – como risco de demissão, estresse, mercado competitivo e falta de tempo para o lazer – são situações que tendem a alterar o estado emocional de grande parte das pessoas, levando-as à beira do seu próprio limite físico e psíquico. O resultado é o desequilíbrio emocional. Percebendo o tamanho desse problema, as empresas passaram a incorporar o autoconhecimento, autoconsciência, empatia, auto-aceitação e intuição em palavras de ordem, transformando os funcionários em foco das atenções.“Quem transmite entusiasmo e tem paixão pelo que faz encontra mil e uma soluções para os problemas. É possível vencer medos e bloqueios com autoconfiança, auto-estima e autoconhecimento”, ressalta Luiz Machado, doutor em letras, coordenador do Programa Especial de Desenvolvimento da Inteligência e da Criatividade da UERJ – Universidade Estadual do Rio de Janeiro e autor do livro “O Cérebro do Cérebro”, Qualitymark Editora. “A inteligência emocional não é o equilíbrio emocional, pois podemos ter diferentes reações para um mesmo fato, conforme o momento. Inteligência emocional é a busca constante do ser humano em adaptar-se ao meio”, diz Machado.Em seu livro, o autor defende que a base da inteligência emocional se encontra no sistema límbico, no cérebro – um centro para onde convergem informações do meio externo e interno e que regula as emoções. Segundo Machado, inteligência emocional é a forma como a energia da emoção é colocada para fora e as pessoas podem abrir o canal dessa energia com auto-estima, autoconfiança, autoconhecimento, e paralisação das atividades de raciocínio através do relaxamento.Com o objetivo de conhecer como os funcionários lidam com suas emoções, e sabendo que muito do sucesso empresarial está ligado a esse fator, algumas organizações vêm implementando ações para o desenvolvimento do controle emocional das pessoas. Na Avon, multinacional de cosméticos, uma análise de perfil pessoal busca, entre diversas metas, o autoconhecimento e o autodesenvolvimento dos colaboradores. “Atualmente a inteligência emocional está inserida em nossas ações de ajudar os funcionários a lidarem com as emoções para o melhor resultado da organização. E uma maneira de desenvolver a inteligência emocional é o reconhecimento. É preciso harmonizar as emoções com todos”, diz Eduardo Ribeiro, diretor de RH da Avon.Na opinião de Sandra Regina Gouveia Moreira, gerente da divisão de recrutamento e seleção da Manager, o que o conceito de inteligência emocional traz de mais positivo é a humanização dos processos necessários para melhorar os resultados da empresa. “As organizações deveriam, com esse conceito, visualizar o ser humano como um ser integral. Para isso, há cursos comportamentais, formas de integração de equipe e transparência na comunicação empresa-funcionário”, analisa Sandra. Segundo ela, a partir do autoconhecimento, controle e conhecimento de suas emoções, conscientização dos seus atos na liderança de uma equipe e negociação, o ser humano desenvolve sua inteligência emocional.Para algumas pessoas, o termo inteligência emocional não seria o mais apropriado para essa discussão. Segundo Elizabeth Silveira Vecchio, doutora em psicologia e diretora da Magnus Consultoria a Serviço da Qualidade, há seis tipos de inteligências: linguística; lógico-matemática; musical; espacial e corporal-cinestésico. A sexta é a mecânica, integração da espacial com a cinestésica, reconhecida pela psicologia. “Já a inteligência emocional, não considero como tal, mas o termo ideal seria habilidade ou capacidade emocional. Isto significa percepção intrapessoal, que é a capacidade de entrar em contato com o seu mundo interno, e percepção interpessoal, que é usar a capacidade intrapessoal para entrar em contato com os outros”, analisa.Quando se discute a predominância da razão ou emoção, é enfatizada a importância do equilíbrio. “As duas se complementam, pois a técnica, experiência, capacidade de enxergar além é fundamental, mas tudo isso se torna poderoso quando aliado à inteligência emocional. Caso contrário a pessoa será solitária”, explica Carlos Alberto Diz, vice-presidente da Spencer Stuart, consultoria de recrutamento e seleção de executivos.De acordo com Fela Moscovici, psicóloga e consultora de empresas, é importante buscar o equilíbrio entre razão e emoção. “Algumas profissões privilegiam os aspectos racionais, mas se as emoções não tiverem bem resolvidas, haverá dificuldade na resolução dos problemas. Assim, quando a empresa faz uma reorganização ou mudança, estas terão sucesso quando também for planejado o envolvimento dos aspectos emocionais”, ressalta Fela.Práticas da inteligência emocionalNa Avon, a análise de perfil permite saber como os colaboradores lidam com suas emoções, além de mostrar o nível da satisfação nas atividades exercidas na empresa, segundo Eduardo Ribeiro, diretor de RH. A avaliação foi desenvolvida pela Thomas International. Aguinaldo Silva, presidente da empresa para América Latina, explica que são 24 linhas e que em cada uma há quatro adjetivos. O analisado escolhe o que mais se assemelha a ele e o que menos tem a ver com ele. Como exemplo, há em uma linha palavras como destemido, influente, submisso e tímido.Do resultado da combinação das palavras são gerados três gráficos que mostram como é a pessoa por natureza, como age sob pressão e como é sua atuação profissional. De acordo com Ribeiro, a pessoa, ao receber o resultado, tem o acompanhamento de alguém responsável pela avaliação. A ferramenta, ressalta ele, permite que se conheça cada funcionário, para assim saber como motivá-lo. “Não se pretende mostrar se tal pessoa serve ou não para exercer a função, mas como melhorar sua atuação no trabalho”, afirma.A capacidade de ter um bom relacionamento com os outros é um fator essencial para o exercício de determinados cargos que exigem liderança. “É importante perceber na pessoa entrevistada a habilidade de trabalhar em equipe e sua contribuição para o desenvolvimento de uma equipe requer inteligência emocional. Também é essencial notar como ela controla suas emoções e sabe lidar com as emoções dos outros, pois o trabalho em equipe passa por momentos de pressão”, analisa Carlos Alberto Diz, da consultoria Spencer Stuart. Para ele, dois elementos, a persistência e determinação, demonstram inteligência emocional. “Procuramos no passado ocasiões difíceis que a pessoa vivenciou e de que forma superou. É importante a vontade de ela tem em alcançar seus objetivos”, explica.Até na Internet o tema inteligência emocional conquista espaço. Em janeiro deste ano, a ADP, em parceria com a T’AI Consultoria em Talentos Humanos, colocou na rede mundial exercícios de inteligência emocional. Segundo Luzia Garcia, gerente de produtos da ADP, o teste foi baseado no livro de Goleman e tem dez questões com quatro alternativas cada. Após respondê-las, o usuário da Internet tem uma síntese de qual alternativa demonstra maior inteligência emocional. Como exemplo, o avaliado é um suposto estudante universitário que tirou nota baixa em uma matéria, e a pergunta é: qual seria sua reação?.Há quatro alternativas: a) traçar um plano específico para melhorar a nota e seguir esse plano; b) resolver fazer melhor no futuro; c) diz a você mesmo que, na realidade, não importa a nota que você tira nessa matéria, e em vez disso, se concentra em outras onde você tira notas mais altas; d) fala com a professora e argumenta com ela para mudar sua nota. Nessa questão, segundo o teste da ADP, a resposta ideal é a letra A, pois reflete automotivação, isto é, a capacidade de formular um plano para superar obstáculos e seguí-lo.No que se refere aos testes que medem a inteligência emocional, a consultora Fela Moscovici não acredita que isto possa ser possível mensurar. “A avaliação deveria ser feita ao longo do tempo baseada no desempenho, nas atitudes e postura do avaliado. Mas não um julgamento sobre o certo e o errado. Deve haver um diálogo entre o analisador e o analisado com uma comunicação franca e uma observação continuada. Se uma entrevista de seleção for bem feita é possível descobrir qual a postura do entrevistado perante a vida e seu relacionamento com os outros”, explica a consultora.Dentro desse contexto, Elizabeth Silveira Vecchio, da Magnus Consultoria, diz que deve haver bom senso sobre a questão. “Quando avalio um candidato que para a vaga conta mais sua qualidade técnica, por exemplo, dou ênfase à capacidade lógica e técnica, mas é claro que o lado emocional é importante. Seria melhor ainda se a pessoa tivesse uma excelente qualidade técnica e uma vida pessoal resolvida. Porém, o essencial é ter o profissional certo no lugar certo. É toda uma gama de complexidade, pois depende da situação. Mas o que não deve haver é radicalismo”, analisa Elizabeth. Polêmico ou não, o debate sobre inteligência emocional tem mostrado que o ser humano é o verdadeiro diferencial nas empresas. E para ele poder utilizar todo seu talento, as emoções precisam ter um espaço garantido.Dicas de Goleman
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Marketing Pessoal hoje, é a ferramenta mais eficiente de fazer com que seus pensamentos e atitudes, sua apresentação e comunicação, trabalhem a ser favor no ambiente profissional. Além desses detalhes o cuidado com a ética e a capacidade de liderar, a habilidade de se auto-motivar e de motivar as pessoas a sua volta, também fazem parte do Marketing Pessoal.
Se apropriem desta dicas, e comece a perceber que você é que tem que fazer a diferença, comece a praticar seu marketing pessoal e seja referencial por onde quer que passe.
Você é sua marca em exposição!!! Pense Nisso!!
By Silmara
por Reinaldo Polito
por Reinaldo Polito
http://vocesa.abril.com.br/aberto/colunistas/pgart_07_29112002_4380.shl